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Casa das Rosas Casa das Rosas

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Endereço

Avenida Paulista, 37 - Bela Vista - São Paulo / SP
Tel.: (11) 3285-6986
Site Oficial:http://www.casadasrosas.sp.gov.br/

Informações

  • Horário: ter. a dom.; 10h às 18h
  • Detalhes:
    • Acesso para deficientes físicos

Descrição


A Casa das Rosas, localizada na Avenida Paulista número 37, foi projetada em 1930 pelo escritório de Ramos de Azevedo, para residir a sua filha Lúcia, recém casada com o engenheiro Ernesto Dias de Castro. Hoje é referência na vida do paulistano e foi uma das últimas construções na av.

Habitada até 1986, a mansão foi desapropriada pelo Governo do Estado. O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo, o Condephaat, com o intuído de proteger e valorizar o patrimônio cultural paulista, tombou o local no dia 22 de outubro de 1985.

A Casa passou cinco anos sendo restaurada. Em 11 de março de 1991, a Secretaria de Estado da Cultura inaugurou o espaço cultural conhecido por Casa das Rosas-Galeria Estadual de Arte, que exibia mostras temporárias de obras do acervo artístico do Estado, divulgando as iniciativas da rede estadual de Museus e do Departamento de Museus e Arquivos.

José Roberto Aguilar assumiu a direção em 1995 e, nesse período, mais de 2.000 artistas mostraram suas obras. O local foi o primeiro espaço cultural do país que destacou a importância de novas mídias para a arte. Sua gestão terminou em 2003, quando a casa foi fechada para reformas.

Em nove de dezembro de 2004, A Casa das Rosas ? Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura foi reaberta pela Secretária de Estado da Cultura, Cláudia Costin, com um acervo de 35 mil volumes da biblioteca do poeta, tradutor e ensaísta Haroldo de Campos (1929-2003). As atividades são voltadas para leitura e pesquisa, além da biblioteca circulante especializada em poesia e uma livraria da Imprensa Oficial. O espaço oferece também para consulta as primeiras edições autografadas de livros de Octavio Paz e João Cabral de Melo Neto, que pertenceram à biblioteca de Haroldo, e respeitadas traduções, também dele, em vários idiomas, além dos contos da Divina Comédia, em que Haroldo trabalhava pouco antes de morrer.


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